A corrida eleitoral em Minas Gerais segue completamente em aberto e indefinida, segundo a análise apresentada por Felipe Nunes. Diretor da Quaest, o especialista avalia que a reação de Lula e o empate verificado no cenário mineiro mantêm a disputa acirrada, sendo influenciada diretamente por três elementos cruciais que podem alterar o resultado final nas urnas.
De acordo com o analista, os fatores determinantes para o desfecho da eleição são:
- Comparecimento nas urnas: A taxa de abstenção e a mobilização do eleitorado no dia da votação.
- Voto útil: A movimentação de eleitores em direção aos candidatos mais bem posicionados na reta final.
- Debate: O impacto dos confrontos diretos entre os concorrentes na reta decisiva da campanha.
Em paralelo ao cenário em Minas Gerais, o noticiário político destaca outras pautas e levantamentos recentes da Quaest divulgados pelo país. O presidente Lula defendeu publicamente a aprovação de uma emenda constitucional para transformar a Cultura em uma política de Estado permanente. Enquanto isso, o Partido dos Trabalhadores (PT) formalizou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a abertura de um inquérito destinado a investigar uma suposta interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro.
As pesquisas da Quaest para o primeiro turno em diferentes estados e no Distrito Federal revelam o seguinte panorama nas intenções de voto:
- São Paulo: Tarcísio lidera com 44%, seguido por Haddad com 27%.
- Rio de Janeiro: Paes aparece com 36%, enquanto Ruas registra 23%.
- Minas Gerais: Cleitinho lidera com 37%, seguido por Patrus com 16% e Kalil com 8%.
- Pernambuco: Raquel Lyra soma 41%, em disputa acirrada contra João Campos, que tem 39%.
- Distrito Federal: Celina lidera com 33%, seguida por Grass com 21% e Arruda com 17%.
- Ceará: Ciro registra 43%, tecnicamente empatado com Elmano, que possui 41%.
Fonte original: G1